Fuck

28.4.09 à(s) 19:51

Faz hoje anos (28 de Abril 2009) que o Dr. António de Oliveira Salazar nasceu (mais precisamente 120 anos - 28 de Abril de 1889).

Se não pensasse diria: "dia negro..."

Ao pensar: "mais um movimento de rotação completo, nem mais nem menos que isso..."


Felizmente Há Luar

27.4.09 à(s) 18:25
Diria Matilde:

- Felizmente Há Luar! & Frango de Churrasco

 .   (--> Ponto Final)

Sinto-me como um gato

à(s) 18:00
Blá, blá, blá, Whiskas Saquetas! Blá blá blá, blá blá blá Whiskas Saquetas!

Blá, blá?



















Alvíssaras a todos aqueles que rompem amarras com o fútil, com o inútil, com o aborrecido (aborrecidíssimo), com o supérfluo, com o frívolo e insignificante, com tudo aquilo que é eternamente desnecessário!

Post scriptum: E agora, alvíssaras Whiskas Saquetas a quem se sentir no espírito de definir o que é, e não é, realmente necessário nesta vida.

DGivagar (divagar devagar)

26.4.09 à(s) 23:04

Seven deadly sins
Seven ways to win
Seven holy paths to hell

Seven downward slopes
Seven bloodied hopes
Seven are your burning fires
Seven your desires...


(in: only the good die young)








www.interarteonline.com/Leslie_Marcus.htm

BBC Vida Silvestre [1]

24.4.09 à(s) 18:53

El Egoísta

23.4.09 à(s) 12:33

No falta nadie en el jardín. No hay nadie:
solo el invierno verde y negro, el día
desvelado como una aparición,
fantasma blanco, fría vestidura, 
por las escalas de un castillo. Es hora
de que no llegue nadie, apenas caen
las gotas que cuajaban el rocío
en las ramas desnudas del invierno
y yo y tú en esta zona solitaria,
invencibles y solos, esperando
que nadie llegue, no, que nadie venga
con sonrisa o medalla o presupuesto
a proponernos nada.

Ésta es la hora
de las hojas caídas, trituradas
sobre la tierra, cuando
de ser y de no ser vuelven al fondo
despojándose de oro y de verdura
hasta que son raíces otra vez
y otra vez, demoliéndose y naciendo,
suben a conocer la primavera.

Oh corazón perdido
en mí mismo, en mi propia investidura,
qué generosa transición te puebla!
Yo no soy el culpable
de haber huido ni de haber acudido:
no me pudo gastar la desventura!
La propia dicha puede ser amarga
a fuerza de besarla cada día
y no hay camino para liberarse
del sol sino la muerte.

Qué puedo hacer si me escogió la estrella
para relampaguear, y si la espina
me condujo al dolor de algunos muchos?
Qué puedo hacer si cada movimiento
de mi mano me acercó a la rosa?
Debo pedir perdón por este invierno,
el más lejano, el más inalcanzable
para aquel hombre que buscaba el frío
sin que sufriera nadie por su dicha?

Y si entre estos caminos
-Francia distante, números de niebla-
vuelvo al recinto de mi propia vida
-un jardín solo, una comuna pobre-
y de pronto este día igual a todos
baja por las escalas que no existen
vestido de pureza irresistible,
y hay un olor de soledad aguda,
de humedad, de agua, de nacer de nuevo:
qué puedo hacer si respiro sin nadie,
por qué voy a sentirme malherido?

Pablo Neruda -  "Nada está proibido, à excepção de amar sem amor."

Sanitas e Miradouros [2]

20.4.09 à(s) 23:15

Ok! Não resisto! Tenho de colmatar o post que está a baixo!

Mas porque não vão todos para a p.q.p. com essas merdinhas inúteis!?

Primeiro telemóveis com câmara, filmes, músicas, internet, e até aqui menos mal, mas depois vieram outras funções: ver o estado do tempo e o fuso horário em Hong-kong, no Dubai, ou sabe-se lá onde, tendo lhes seguido os dados percentuais da bolsa. E eu pergunto: para que quer um Zé ninguém qualquer essas inutilidades todas na porcaria do telemóvel!?

Quanto a isso já me fui acostumando (apesar de continuar na minha: no meio de tanta merda, deviam inventar um telemóvel que, em vez de tocar uma música qualquer, apertasse o escroto do usuário! Aí sim, ir ao teatro voltaria a ser um prazer (não que o teatro evolva escroto em qualquer sentido! Mentes criminosas, tenham lá calminha)) mas sanitas com comandos e botões e aquecedor e jactos de água e secador!? Querem dar comigo em doido!?

Mas a que puta de mundo vim parar!? Sim as pessoas matam-se e esfolam-se e tudo e tudo, já conhecemos a condição humana. Mas sanitas com jactos de água que têm por sua vez reguladores de direcção e intensidade!? Quem quer sexo anal (ou oral ou sabe-se lá como se utiliza uma sanita hoje em dia) não se satisfaz com um jacto de água! Porra! (mentes criminosas, calminha outra vez! Mangueiras de combate a incêndios não são para aqui chamadas!)

Uma sanita serve para o que serve! Já é suficientemente mau fazer dela um miradouro! Para ver merda basta que abram uma janela qualquer de casa (de preferência uma que dê para uma rua bem movimentada)!

E para não mais me espantar ainda há umas alminhas que têm o descaramento de vir com aquela: “se nós somos aquilo que comemos, também devemos ser aquilo que cagamos”. Ai que dose… Deixem-me acreditar que não nos resumimos nem a uma coisa nem a outra! Suplico-vos!

Sanitas com não-sei-quê, nós o não-sei-quantos, mutilar a vida com caganificâncias (cagada+insignificâncias), e enquanto estamos sentados numa sanita que nos aquece o pacote, está alguém com os cordelinhos a brincar com o mundo fazendo de nós marionetas. . . . . . .

Que vida, que sociedade, que pensamentos e que certezas de merda!

(mas agora que penso... com tanta merda talvez dê jeito umas sanitas de sobra…)

Conclusão:   estaca    zero!

Sanitas e Miradouros [1]

à(s) 20:34

Informo desde já que este post será o início de uma profunda reflexão.

Hoje, numa bela aula, foi introduzido o tema: sanitas.

Ao que parece há uma diferença substancial entre sanitas portuguesas e sanitas alemãs... Quanto a isso ainda não tenho muito para falar dado que o "trabalho de campo" ainda está numa fase inicial…

Por hoje a moral da história é: fui pesquisar e deparei-me com sanitas japonesas (penso que o melhor da WC nipónica não será de desprezar). Encontrei um post num blog (http://moshimoshiii.blogspot.com/2008/04/clean-is-happy.html) que parece ter boa pinta, e diz o seguinte:

"A grande pérola das sanitas japonesas é a Washlet!

Washlet, para além de aquecer o assento (básico!) tem mais umas quantas funções numa série de botões num comando ao lado do assento.
Por exemplo, um botão para fazer o "flushing sound" (mais comum em casas de banho públicas para a discrição máxima). Um outro botão activa o modo bidet. Isso mesmo, bidet. Ou seja sai um tubinho que ejecta água para o nosso rabo. Medo. Rabo molhado, e agora? Mais um botãozinho e sai um jacto de ar para secar! Genial!
Há mais botões para controlar a temperatura do assento, a temperatura da água, a direcção e a força do jacto de água, etc etc."

Fiquem bem. Até à segunda edição.

Confissão

19.4.09 à(s) 23:58
                                     Estou doido,
                                                           O mundo põe-me doido,
E quanto mais o fito,
                                                 Mais doido fico!

                              Verto lágrimas pelos
         Homens que nascem
                                                                             E morrem a lutar
             Por um futuro desconhecido
                                                               Que jamais irá chegar

Ao sabor da pena

à(s) 23:51
Risco uma linha ou outra,
Palavra atrás de palavra,
E Sem rumo ou objectivo,
Largo tudo o que me trava.

E tanto melhor sabe
Vagueando ao sabor do vento,
Gravando outra e outra frase,
Escrevendo como quem foge,
Fugindo do que não sabe…

Se desisto ou vou cessar,
Não quero saber!
Primeiro há que avançar
Rumo ao que não se pode ver
Deste marinheiro que não quer navegar
(Não por medo de se perder,
Mas medo de não se encontrar).

Por fim tudo se resume a querer.
E se não posso ou não devo,
(Ou se o melhor é nem tentar…)
Não interessa, tudo escrevo!
Sendo tudo isso viver…

footsteps

à(s) 23:12
Frases soltas de um parágrafo do livro "Walden or Life in the Woods" de Henry David Thoreau:

"I went to the woods
Because I wanted to live deliberately.
I wanted to live deep
And suck out all the marrow of life.
To put to rout all that was not life,
And not when I had come to die,
Discover that I had not lived."


(Resta saber se depois valerá a pena trocar o bosque pelas cidades onde "germina calada" a imbecilidade e a estupidez...)

Just traveling around...

à(s) 22:53
Já tinha andado a pensar dar umas voltas por aí no próximo verão, mas recentemente (hoje) lembrei-me de um destino que se tem entranhado na minha forma de pensar.

É claro que já há quem me tenha dito: "és louco!", mas pronto, pão-nosso de cada dia....

It's sad to only find people that don't understand that this is as fucking easy as catch a plane that stops in new zealand!

CUBA LIBRE

17.4.09 à(s) 22:43
Filme proíbido nos USA. É imperativo que seja visto.

Desejar é ser-se humano em toda a sua plenitude

à(s) 12:41
Um tempo atrás li, numa das crónicas do Sr. Arnaldo Jabor (presente num livro interessantíssimo: "Amor é prosa, sexo é poesia"): "O ser humano deseja, diria Lacan, e eu sou uma máquina desejante, como quis Deleuze!"

Um desejo é algo puro, algo que não é corrompido por cálculos objectivos e maquinais como sucede na razão e na moral.

Portanto não vos enganais durante o dia a dia. É que quando o desejo concorda com a razão (e quando forçamos que tal aconteça), deixamos de estar a desejar para estarmos a raciocinar, e tal é trocarmos a nossa condição de humanos por uma condição de máquinas.

O raciocínio vem do latim ratiocinium que significa cálculo. Não façamos da vida um conjunto de números e equações com um único resultado.

Isto de se fazer anos...

à(s) 12:22
Dizem que ontem fiz anos, isto é, fez anos que meu corpo se separou do cordão umbilical. É claro que não dei os parabéns a mim mesmo por tal circunstância.
Uma palavra percorre o reflectir sobre esta coisa dos parabéns: palhaçada.
Queiram-me desculpar, mas apertar os cordões merece mais congratulações do que isto de mais um ano de vida.
Dêem os parabéns a meu coração, a meus pulmões, a meu fígado (esse até eu felicito!) e às minhas restantes vísceras. Não a mim. Eu não luto para estar vivo, nem tenho tal objectivo. Eu apenas luto para viver. E não é isto Crível? Está posto que sim!

Olha m'esta agora...

15.4.09 à(s) 20:47
Contra todas as(minhas) expectativas parece que uma banda portuguesa (minimamente conhecida) teve uma epifania!

Sr. Engenheiro na ribalta!!







Tão a gozar!? Ao fim de 30 anos acordaram!? Mais depressa dizem às pessoas aquilo que elas querem ouvir do que aquilo que elas deviam ouvir...

Esboço

13.4.09 à(s) 00:55
A realidade se projecta em minha mente
Como algo grandiosamente indistinto.
Desejos e pensamentos são coisas,
Coisas amorfas e tristes,
Por nada serem realmente.

Se sinto ou se pressinto
Tudo parece uma farsa assobiada.
É como ter sede de algo
Sem ser de água,
É como algo querer
Sem nada conseguir.

É como estender a mão ao infinito
E palpar nada mais que o vazio…

Homens e miudos (em suma: putalhada)

12.4.09 à(s) 21:25
A frase não é minha, e também não faço a mínima de quem seja. Mas quem quer que a pensou tem o meu respeito:

"A única diferença entre os homens e os miúdos são os seus brinquedos."

E contra mim falo, mas se a vida algo me tem ensinado (além de perder toda a fé na humanidade, obviamente) é que nós, homens (com "h" bem pequeno), temos muito para fazer se queremos transformar esta justa reputação...


Isto é, quando os brinquedos chegam realmente a ser diferentes, já que...


Come on baby light my fire

11.4.09 à(s) 16:45

Ámen à (castradora) musa escolar

à(s) 14:13
Em disciplinas que cada vez menos promovem a imaginação e a criatividade (falo de português), ainda obrigam aquelas tristes criaturinhas (aos quais chamam alunos) a fazer um plano guia, no qual deverá constar (à priori) o resumo do conteúdo referente texto que ainda nem escreveram. (em suma: caganificâncias (seja lá o que significa tal termo))
Partilho com vocês o que certo dia (a little bit high) escrevi o seguinte numa coisa dessas:

Ordenado me foi que vos contasse uma história,
Mas esta história que vos venho narrar
Não é a meus olhos senão a escória
Da escrita que desejo forjar.

Que ousadia esta que faz palavras lograr,
Que sem ar de palavras a valer,
Me fazem aos céus e aos Deuses rogar
Que Apolo e as nove Musas se façam valer,
Pois nem as pobres Tágides me podem ajudar
Nestas infames linhas que me fazem escrever!

E para não me espantar não houve uma única alma humana que fizesse caso. E lá fui eu outra vez chamado à pedra...

just mammals

10.4.09 à(s) 20:44

E lá para o final do dia (ou sempre que calhar) um bom filme, com uma boa banda sonora.

Mas é só para descomprimir...

sublinho os versos: " And then we'll do it doggy style / So we can both watch "X-Files" "

a paaaaaaiiiiiinntiiing?

à(s) 17:35
Quando se está assim mais ócioso (ou como alguém diria: panisgas) é sempre bom dar uma olhadela em qualquer coisa tipo arte:




é... O Sr. Vladimir Kush até que faz umas coisas interessantes...

post scriptum:

(ohhhhhhhh MARIIIIIAAAAAAAAAA!!!!!!! QUANDO É QUE DÁÁ O BEEENFICA!?!?!?!?)

pensativo...

à(s) 17:03
É realmente triste ver as pessoas darem demasiada importância a coisas completamente inúteis e fúteis, isto apenas porque vêem nelas uma vantagem qualquer (sem realmente vantagem ser).

Vejamos por exemplo o humor. Haverá coisa mais absurda!? Há pessoas perdem horas e horas de vida a olhar para uma caixa onde um monte de polígonos reproduz imagens de outras pessoas a tropeçarem numa casca de bananas ou lá o que for!

Nós encontramos piada na interrupção da harmonia das coisas. Não é isto mais um argumento que demonstra o quão estúpida é a raça humana!?

Bem, seja como for, está na hora de voltar para o trabalho...


Ainda conseguem crer?

9.4.09 à(s) 20:21

Epifania numa aula qualquer

à(s) 20:18
Estou a desperdiçar batimentos de coração...

(penso que seria uma aula de mat.)

O que somos nós?

à(s) 20:08
Num dia mais pachorrento que o habitual reparei numa coisa muito engraçada que vós, seres pensantes, irão com certeza refutar:

o homem é um saco de ossos, carne, vísceras, sangue, esperma e merda. Com meia dúzia de fibras nervosas a ligarem o cérebro ao ânus.

Pergunto-vos: menti?