Ok! Não resisto! Tenho de colmatar o post que está a baixo!
Mas porque não vão todos para a p.q.p. com essas merdinhas inúteis!?
Primeiro telemóveis com câmara, filmes, músicas, internet, e até aqui menos mal, mas depois vieram outras funções: ver o estado do tempo e o fuso horário em Hong-kong, no Dubai, ou sabe-se lá onde, tendo lhes seguido os dados percentuais da bolsa. E eu pergunto: para que quer um Zé ninguém qualquer essas inutilidades todas na porcaria do telemóvel!?
Quanto a isso já me fui acostumando (apesar de continuar na minha: no meio de tanta merda, deviam inventar um telemóvel que, em vez de tocar uma música qualquer, apertasse o escroto do usuário! Aí sim, ir ao teatro voltaria a ser um prazer (não que o teatro evolva escroto em qualquer sentido! Mentes criminosas, tenham lá calminha)) mas sanitas com comandos e botões e aquecedor e jactos de água e secador!? Querem dar comigo em doido!?
Mas a que puta de mundo vim parar!? Sim as pessoas matam-se e esfolam-se e tudo e tudo, já conhecemos a condição humana. Mas sanitas com jactos de água que têm por sua vez reguladores de direcção e intensidade!? Quem quer sexo anal (ou oral ou sabe-se lá como se utiliza uma sanita hoje em dia) não se satisfaz com um jacto de água! Porra! (mentes criminosas, calminha outra vez! Mangueiras de combate a incêndios não são para aqui chamadas!)
Uma sanita serve para o que serve! Já é suficientemente mau fazer dela um miradouro! Para ver merda basta que abram uma janela qualquer de casa (de preferência uma que dê para uma rua bem movimentada)!
E para não mais me espantar ainda há umas alminhas que têm o descaramento de vir com aquela: “se nós somos aquilo que comemos, também devemos ser aquilo que cagamos”. Ai que dose… Deixem-me acreditar que não nos resumimos nem a uma coisa nem a outra! Suplico-vos!
Sanitas com não-sei-quê, nós o não-sei-quantos, mutilar a vida com caganificâncias (cagada+insignificâncias), e enquanto estamos sentados numa sanita que nos aquece o pacote, está alguém com os cordelinhos a brincar com o mundo fazendo de nós marionetas. . . . . . .
Que vida, que sociedade, que pensamentos e que certezas de merda!
(mas agora que penso... com tanta merda talvez dê jeito umas sanitas de sobra…)
Conclusão: estaca zero!

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