Ó Fortuna que se chama Sorte
E que tão grande miséria é,
Que impotência prova esta fama.
Não há vida translúcida e cristalina
Ela não é mais que puro lodo e lama.
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desabafo
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freight train
Não é impossível confiar na esperança ou na fé quando a sorte não está em nossas mãos, e todos nós temos as mãos atadas.
Atravessamos a vida (em sociedade) como quem atravessa um túnel: há uma entrada e uma saída, tudo o resto que nos rodeia são tristezas, misérias, injustiças, luto e escuridão.
E depois vem a luz ao fim do túnel. Trata-se do destino que nós achamos por bem merecido: a saúde, o conhecimento, a felicidade e a fraternidade entre os nossos pares.
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"That ain't fresh"
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New York além fronteiras
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Guerrilha do Sri Lanka decide depor armas
o chefe das relações internacionais da guerrilha dos Tigres da Libertação Tamil afirmou: «Só nos resta uma opção: eliminar a última débil desculpa do inimigo para matar o nosso povo. Decidimos calar as nossas armas»
E agora, se me permitem, citando um certo indivíduo: Ai vão calar as armas? Que foi? "Não têm bombinhas?" Então vocês metem-se com os ... e não têm bombinhas? Não têm bombinhas, não têm argumentos.
E depois ah e tal porque tão "matar o nosso povo..." Tá bom... Não têm bombinhas? Atão nós tomamos conta da ocorrência... QUEM NÃO TÊM BOMBINHAS GRAMA COM A PASTILHA!
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AVISEM AS ONG
Mas chega de divagar! É preciso ajudar os “bixos-beatos” (ouvi dizer esse era o nome científico, e daí lavo minhas mãos)!
Avisem as ONG, vamos ajudar esta espécie!
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I pretend to close my eyes
I Go Back to May 1937
por Sharon Olds
I see them standing at the formal gates of their colleges,
I see my father strolling out
under the ochre sandstone arch, the
red tiles glinting like bent
plates of blood behind his head, I
see my mother with a few light books at her hip
standing at the pillar made of tiny bricks,
the wrought-iron gate still open behind her, its
sword-tips aglow in the May air,
they are about to graduate, they are about to get married,
they are kids, they are dumb, all they know is they are
innocent, they would never hurt anybody.
I want to go up to them and say Stop,
don’t do it—she’s the wrong woman,
he’s the wrong man, you are going to do things
you cannot imagine you would ever do,
you are going to do bad things to children,
you are going to suffer in ways you have not heard of,
you are going to want to die. I want to go
up to them there in the late May sunlight and say it,
her hungry pretty face turning to me,
her pitiful beautiful untouched body,
his arrogant handsome face turning to me,
his pitiful beautiful untouched body,
but I don’t do it. I want to live. I
take them up like the male and female
paper dolls and bang them together
at the hips, like chips of flint, as if to
strike sparks from them, I say
Do what you are going to do, and I will tell about it.
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Nunca amamos ninguém para além de nós mesmos
Quando o amor é sexual amamos o prazer que um corpo estranho nos concede.
Quando o amor é sentimental amamos o conceito que tecemos sobre a pessoa amada, e repare-se que amamos apenas a imagem, apenas o conceito, que temos dessa pessoa e não ela mesma, sendo esse mesmo conceito apenas nosso e absolutamente único. Mas ainda não acabou: por sua vez amamos, apenas, o que a existência desse conceito provoca em nós.
E este género de coisas lógicas dá azo a desejos que rompem com a moral vigente, e que muitos de vós deverão ver como hediondos. Por exemplo:
1- quando o amor é sexual: Poligamia
2- quando o amor é sentimental: Por vezes sucede que a imagem (conceito), que tínhamos da pessoa em questão, se altera por qualquer razão que nos transcenda, damos por nós a pensar: "que vi eu naquela pessoa?"
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top desvarios [2]
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top desvarios[1]
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Just for Sharing
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Epifania numa aula [2]
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Alarmismo, Perigo e Pandemia: APOCALIPSE
Ainda não terminou a gripe suína e já outra pandemia invadiu o planeta sem qualquer tipo de misericórdia. Enquanto os espaços públicos tentam afastá-la a todo o custo, de modo a conseguirem manter os seus clientes (vivos?) durante mais tempo ...
Tenham medo, escondam-se, enrosquem-se aos lençóis, fechem os olhos e (caso acreditem) rezem (pelo que se não acreditarem podem tentar na mesma, é-me indiferente)! O TABACO está a matar!
Ainda ninguém compreendeu como esta pandemia se dissemina. Teme-se que a população mundial corra sérios riscos! É o SALVE-SE QUEM … QUISER !?!!

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Come on sucker lick my battery
Não deixem de ver a jóia da coroa destes tipos (The Flight of the Conchords) a: "Business Time"
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desvarios [3]

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desvarios [2]
Olá, apresento-me como sou, apresento-me como o desconhecido de mim mesmo e de tudo o que transcenda a pele do meu corpo. Pois não me conhecem? Sou eu, a certeza do conhecimento e a eterna interrogação daquilo que jamais se compreenderá na plenitude.
Venho tagarelar daquilo que se conhece, e não do desconhecido. Já basta de procurar as respostas na máquina inventada por aqueles que também inventaram a felicidade. Tudo são pensamentos e ideias, mais ou menos verosímeis do que vemos, somos ou queremos, e tudo são erros, falsidades e ilusões do que pensamos ser, ver ou querer.
Entenda-se que o belo não é forçosamente aquilo que é mais elaborado ou complexo. O belo é aquilo que foge do padrão da normalidade e da harmonia estabelecida por nós. Porém, inexplicavelmente, o q é anormal pode acabar marginalizado por aqueles que concebem um determinado conceito de beleza. Constata-se que o parecer que retiramos de algo que pressentimos, e que não nos é estranho, trata-se de um rótulo que atravessa o nosso cérebro como se se tratasse de um pensamento que na realidade não é, pois não consiste numa atitude de juízo, reflexão e raciocínio.
As sensações também existem, pelo que faz sentido que as sensações puras existam também…
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desvarios [1]
- Fujo da sociedade como o navio que deseja navegar em terra firme. Não suporto mais estas forças cujo único princípio que servem é declaradamente o lucro! Quero então libertar-me das forças!
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Copy-paste
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