E sentado repouso minhas vísceras e minhas entranhas, umas vezes mais alienado outra vezes mais desperto, mas sempre ciente que esta pessoa que tem meu nome não sou eu: é aquilo o que os outros vêem neste corpo.
Quem sou eu, quem és tu, quem, quem, quem, blá, blá, blá, blá . . .
Pó vivo meus amigos, pó vivo. E pensar e ser e querer ser, é estar doente dos olhos!
Repare-se que ao sermos aquilo que os outros vêem em nós, também os outros são aquilo que vemos neles.
Como resumo "Quem sou eu, quem és tu, quem(...)"? Simples: tamanha orgia de conceitos absolutamente subjectivos e incompatíveis em relação ao mundo real.
I onde quero chegar com tudo isto, perguntais vós? . . . . . hum . . . . . . . Bem . . .


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