desvarios [2]

6.5.09 à(s) 20:56

Olá, apresento-me como sou, apresento-me como o desconhecido de mim mesmo e de tudo o que transcenda a pele do meu corpo. Pois não me conhecem? Sou eu, a certeza do conhecimento e a eterna interrogação daquilo que jamais se compreenderá na plenitude.

Venho tagarelar daquilo que se conhece, e não do desconhecido. Já basta de procurar as respostas na máquina inventada por aqueles que também inventaram a felicidade. Tudo são pensamentos e ideias, mais ou menos verosímeis do que vemos, somos ou queremos, e tudo são erros, falsidades e ilusões do que pensamos ser, ver ou querer.

Entenda-se que o belo não é forçosamente aquilo que é mais elaborado ou complexo. O belo é aquilo que foge do padrão da normalidade e da harmonia estabelecida por nós. Porém, inexplicavelmente, o q é anormal pode acabar marginalizado por aqueles que concebem um determinado conceito de beleza. Constata-se que o parecer que retiramos de algo que pressentimos, e que não nos é estranho, trata-se de um rótulo que atravessa o nosso cérebro como se se tratasse de um pensamento que na realidade não é, pois não consiste numa atitude de juízo, reflexão e raciocínio.

As sensações também existem, pelo que faz sentido que as sensações puras existam também…

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