título póstumo / carpe diem ?
|
1 comentários
|
NOVIDADE?
|
0
comentários
|
I just want to sail away
|
0
comentários
|
teorias
(ver desd'os 2min16seg aos 2min35seg)
... da música que muitos conhecem, ...
|
0
comentários
|
dedicado aos católicos não-praticantes
|
0
comentários
|
esboço no fio da ... pena
A vida é ridícula pois a morte a torna inútil. Como podem eles afirmar invariavelmente que a vida é bela, quando o belo dá lugar ao bem, e a vida humana apenas dá lugar ao vazio? Ou quando o seu grande objectivo, que é conquista da felicidade individual ou colectiva (coisa, por sua vez, demasiado volátil e abstracta para ultrapassar a barreira da invenção humana irreal), é tudo quanto precisamos e que o dineheiro a pode comprar?
Pois que a felicidade seja impossível, que seja o termo do conceito inexistente no mundo real. Jamais será a razão soberana e provocadora da incompreensibilidade com que a vida é vista, ou a frivolidade crescente com que é vivida…
Tal como todo o verdadeiro amor é um amor impossível, e da mesma forma que a acutilante saudade é um dos mais generosos sentimentos que se pode transpirar, também a vida definha na sua paradoxalidade (é... por esta não esperavam vós).
Que melhor sentido pode ter uma vida, do que aquela que é guiada por um sonho dos outros com nós próprios? Qual poderá ser a melhor vida que essa mesmo? Aquela que é vivida na pura mentira de que o futuro existe, e de que o podemos criar para nós mesmos em conformidade com a ética do agir, pensar e ser.
É possível viver a vida gratamente. Mas tornar-se-á mais gratificante caso não se carregue a consciência de que o propósito desta, o bem supremo (chamo-lhe isto por preguiça e ignorância), filho da ética e das belas-artes, não pode ser simplesmente compreendido ou tão pouco alcançado, apenas fingido. Ainda para mais quando estamos a viver a única oportunidade que o temos de fazer.
A verdade é acutilante e áspera, todavia, a mentira, apesar de espinhosa, é benévola…
Incitando a descida que a Sorte nos obriga, apelo à compreensão de que todos nós vivemos a única oportunidade de o fazer, e que as cidades não passam de pedras de calçada onde florescem as rosas de Adónis. Rosas essas que mesmo quando rosas se recusam a ser, efémeras a ser continuam.
|
1 comentários
|
paixão
|
0
comentários
|
simples

|
1 comentários
|
þök að fjúka!
|
0
comentários
|
ninja
Be aware inferior nations. I deal with you during an interview!!!
|
0
comentários
|
lixo cibernético
|
0
comentários
|
de golada
|
0
comentários
|
Epifania precisa-se
|
4
comentários
|
Gripe Suina?

*http://carneprofana.blogspot.com/2009/04/pensativo.html
|
0
comentários
|
Fatum
Nessa recta circular que vida chamam,
Inspiro a curtos fôlegos sua essência
Que as Parcas tramam
Em sua malevolência.
O Futuro que não temos e não existe
Cria em nós esta falsa esperança
De ter em riste
A letícia branda.
Oh! Fado desmesurado do destino,
Natural e imparável, que consciente
Do vigor perdido
Escorre tão fluente.
No medo do certo purgante pranto,
Sereno e tranquilo intento ser,
Tal Orfeu canto
No ardor de viver.
Tranquilo, incitam a largos passos
O coração que não sei controlar,
Nos douze escassos
Incapazes d’estirar.
Em [des]ânimo entoo a débil sorte
Da cenologia autêntica e certa
Da vida em morte
Que Cronos veta.
|
0
comentários
|
desvarios ++
O tudo do nada que sei
Preferia não saber.
Impelido a interromper o curso das águas irei
Em meu contínuo, errado e dissoluto viver.
A luta que vi sempre necessária,
Essa do prazer absoluto que é nada,
Compreendi ser pária
Pela Tisífone farta.
Ao Lethe remoto
Não irão parar
As esperanças desejadas que corto
Antes de Átropos as retalhar.
Aparelhando assim a vida
Para a morte
Intento estancar a ferida
Que é a Sorte.
|
0
comentários
|
FATUM
Cada um cumpre o destino que lhe cumpre,
E deseja o destino que deseja;
Nem cumpre o que deseja,
Nem deseja o que cumpre.
Como as pedras na orla dos canteiros
O Fado nos dispõe, e ali ficamos;
Que a Sorte nos fez postos
Onde houvemos de sê-lo.
Não tenhamos melhor conhecimento
Do que nos coube que de que nos coube.
Cumpramos o que somos.
Nada mais nos é dado.
Ricardo Reis, in "Odes"
(Heterónimo de Fernando Pessoa)
|
0
comentários
|
despiste [1]
Broxante - oficial de pintor encarregado de preparar as tintas e dar as pituras de menor responsabilidade
|
0
comentários
|
é complicado...
|
0
comentários
|
Trainspotting
|
0
comentários
|
Enfim...
|
0
comentários
|
pensamento das 23:53
|
0
comentários
|
EIS O GRITO DA MADEIRA

|
2
comentários
|
bad day
E, posto todos os antecedentes, vós pensais que foi o vosso dia correu mal....
|
0
comentários
|
(metallica) --> no leaf clover?
*http://tonalidadesmatizescombinacoes.blogspot.com/2008/06/e-qual-o-maior-rgo-do-corpo-pele-pois.html
|
0
comentários
|
mulheres
Aquilo que eu venho hoje dizer não é grande novidade, porém encontrei uma prova que faz das mulheres muito, muito, muito, muito mais precoces que o homem. Tendo em conta o modelo psicossexual de Freud podemos contemplar que, enquanto o puto 'tá na fase sádico-anal, a miudita já atingiu a fase genital (permitam-me um breve parêntese: E DE QUE MANEIRA!).
|
2
comentários
|
ORGASMO
|
2
comentários
|
CCC
|
0
comentários
|







