Caminhemos sempre separados
Lado a lado até às barcas,
Onde indiferentes fados
Separados são dos fusos das Parcas.
Protejendo nossas almas
Iremos vendo nosso reflexo
Nas águas correntes e calmas
Do óbito não mais perplexo,
Pois quando obrigados a descer
A porta certa de Avernu,
Esqueceremos então o viver
Segurando o óbolo erterno.
E vivamos assim, conscientes
Da calmaria contrária
Onde esperanças inscientes
Se refugiam da hora arbitrária.
post scriptum: "but my body still is a cage"

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