musa do metro?

24.7.09 à(s) 14:14

Numa eterna carruagem que é a vida imunda e errada, naufrago de meu inocente ser, faço que fito pessoas(?) que se cruzam, ninguém se conhece. O desconhecido, o estranho e o perigo perpetuam-se (e daí...).
Não gosto deste comum modo de viver: fútil e oco. Pergunto-me pelas razões, pelos ideais, pelo ser e não pelo mero existir (infrutífera procura...). Vive-se porque se vive, morre-se porque se morre e cada um cumpre o destino que lhe cumpre.
Os dias escorrem pela vida como lágrimas que escorrem pela face, a tristeza cola-se aos olhos quando se vê o mundo, e eis a verdade como tapete.

Sail Away - David Gray

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