
«Meu Deus, como é bom empreender uma viagem! Quantas vezes, ó estrada distante, me agarrei a ti como um náufrago a uma tábua de salvação! E quantas vezes me salvaste! Que maravilhosos pensamentos, que sonhos poéticos, soubeste então inspirar-me! Que divinas impressões experimentei, ao percorrer-te!...»
in Almas Mortas - Nicolai Gogol

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