No leito deste rio apenas tinta corre
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E se ...
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Não é o tempo a ponte sobre o vazio que liga o nada a coisa nenhuma?

* Closing Time, por Leonard Cohen
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time isn't on anybody side

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Le chien domestique...
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disease or music?

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erros ou força gravítica?

Fotografia no Monte Baldo, descida para o lago Garda
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faith
The rudiments have always been misinterpreted during history,
despite the good intentions of many disciples who's faithful believe was strong and unswayed.
Most leaders interpret the old words to their
advantage in the attempt of gaining leadership and power
over those unfortunate enough to fall under their maliciousness and manipulative ways.
This misuse of trust will forever stain the pages of history,
echoing the exploitation and the frailty of decent
men carried away by nurtured rancour...
Perpetual distrust fed by a belief
In the malevolence of the others
When the beautiful unreality holds out its hand
It's better not to lose yourself in blind faith
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thnks
Então que se faz? Pois bem: mata-se o bicho, acaba-se com a peçonha!
E os meus agradecimentos ao viravento.
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força da gravidade não perdoa

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fractal

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Sestina of the Tramp-Royal
The 'appy roads that take you o'er the world.
Speakin' in general, I 'ave found them good
For such as cannot use one bed too long,
But must get 'ence, the same as I 'ave done,
An' go observin' matters till they die.
What do it matter where or 'ow we die,
So long as we've our 'ealth to watch it all --
The different ways that different things are done,
An' men an' women lovin' in this world --
Takin' our chances as they come along,
An' when they ain't, pretendin' they are good?
In cash or credit -- no, it aren't no good;
You 'ave to 'ave the 'abit or you'd die,
Unless you lived your life but one day long,
Nor didn't prophesy nor fret at all,
But drew your tucker some'ow from the world,
An' never bothered what you might ha' done.
But, Gawd, what things are they I 'aven't done?
I've turned my 'and to most, an' turned it good,
In various situations round the world --
For 'im that doth not work must surely die;
But that's no reason man should labour all
'Is life on one same shift; life's none so long.
Therefore, from job to job I've moved along.
Pay couldn't 'old me when my time was done,
For something in my 'ead upset me all,
Till I 'ad dropped whatever 'twas for good,
An', out at sea, be'eld the dock-lights die,
An' met my mate -- the wind that tramps the world!
It's like a book, I think, this bloomin' world,
Which you can read and care for just so long,
But presently you feel that you will die
Unless you get the page you're readin' done,
An' turn another -- likely not so good;
But what you're after is to turn 'em all.
Gawd bless this world! Whatever she 'ath done --
Excep' when awful long -- I've found it good.
So write, before I die, "'E liked it all!"
By Rudyard Kipling
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to be or not to be ... a tramp

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musa do metro?
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O que somos nós? [2]
O homem é um saco de ossos, carne, vísceras, sangue, esperma e merda. Com meia dúzia de fibras nervosas a ligarem o cérebro ao ânus.
Pergunto-vos: menti?"
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desconhecido

Nunca conhecemos ninguém, nem mesmo nós próprios. E é bastante simples de se perceber porquê...
Em todo o caso apenas conhecemos a ideia, a imagem, que temos da pessoa em causa (mesmo que de nós mesmos). Uma pessoa, no verdadeiro sentido e acepção da palavra, não obedece a uma regra rígida e imutável de pensamentos ou acções (apesar de às vezes parecer que sim...). Quero com isto dizer que cada um de nós, enquanto pessoa, é simplesmente imprevisível, não somos estáveis, não somos sempre os mesmos.
A realidade é que tudo quanto o ser humano pensa conhecer, não passa de imagens que os sentidos transportam para o córtex cerebral, onde o físico dá lugar ao metafísico, que conhecemos por pensamento. De forma muito simples resumo isto ao facto da barreira da percepção se entrepor implacavelmente entre o mundo real e o pensamento. Nunca temos acesso ao mundo real, apenas a ideias que nós construímos através do elemento base que é a percepção. E aí, o que é a realidade? Pois, não sei, mas agora também não interessa.
E por essas duas razões nunca conhecemos realmente ninguém, nós inclusive. Convenhamos: aquilo que é íntimo (eis a verdadeira essência de uma pessoa) será, para todo o sempre, inacessível pelo exterior por definição.
Resta dizer uma última coisa em relação a nunca nos conhecermos a nós mesmos: a nossa pessoa é aquilo que somos num momento (nem 1 segundo antes, nem um segundo depois), e é isso que somos, tentar conhecer isso é impossível (digo eu, quem sabe, um dia talvez...).
Já estou relativamente cansado disto, portanto deixarei que sejam vós a interpretar a conclusão:
"Pensar é estar doente dos olhos" - Pessoa Alberto Caeiro
Por isso escrevo em meio
Do que não está de pé,
Livre do meu enleio,
Sério do que não é.
Sentir? Sinta quem lê!
Fernando Pessoa
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glorioso

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sem título
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economia
Economia é a ciência que estuda a produção, distribuição e consumo de bens e serviços. O termo economia vem do grego oikos (casa) e nomos (costume ou lei), daí "gerir a casa" ou "regras da casa".
E agora imagine-se que a economia, em vez da ciência "gerir a casa", transforma-se na ciência de optimizar o lucro (imaginação pura...). Mas para falar no lucro convém saber o que é ele na realidade. O lucro da gestão económica é o retorno positivo de um investimento por alguém feito.
Parece simples não é verdade? Então simplifiquemos ainda mais as coisas:
Há necessidade de gerir uma casa quando esta tem tudo o que precisa (e não precisa) em larga abundância? Claro que não, não há necessidade de qualquer tipo de gestão ou, como já se advinha, a economia é desnecessária.
Darei um exemplo: porque não pagamos o ar que respiramos? Não o pagamos porque este existe em tamanha abundância que não faria sentido vendê-lo, já que todos a ele podemos ter acesso, pelo que igualmente absurdo seria tentar que alguns ficassem privados deste bem, para que fosse possível vendê-lo.
Desta forma é possível verificar uma coisa: o lucro depende da abundância e da necessidade. Quanto menor for a abundância, maior será o lucro (e é por esta razão que há diamantes que nunca chegam entrar no mercado...).
Em suma: a necessidade de gestão de recursos escassos criou a economia que, por sua vez, compreendeu a possibilidade de fomentar o lucro.
Hoje em dia imagine-se que havia comida suficiente para toda a gente e que a fome no mundo poderia ser extinta graças à modernização da agricultura (imagine-se!). Então deixaria de ser necessário de comprar comida. E que problema tem esta bela utopia? É simples: se deixasse de ser necessário comprar comida, as pessoas iam também deixar de a vender. (espero que me tenha feito entender...)
Post Scriptum: coisas mais absurdas do que o ordenado do Cristiano Ronaldo, apenas as crises de sobre-produção como a de quinta-feira negra de 24 de Outubro de 1929, em que a abundância fez acumular os stocks e baixou os preços, e destruiu o lucro... E depois que se fez? destruiram-se os stocks para recuperar a escassez miserável em que o deve povo viver para que o objectivo último: O LUCRO, seja viável.
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sharing [3]
Have a big slice of the city
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És o momento
Nós não somos o que pensamos ser, ou o que os outros pensam que somos. Nós não somos donos nem criados, nem ricos nem pobres. Perguntar-me-ão vós: felizes ou infelizes? Respondo: Talvez...
Nós não somos o nosso corpo nem a nossa mente, tão pouco somos o nosso passado ou o nosso futuro (se é que o temos...).
E que somos nós, escrupulosos detritos? Nós somos o momento. Nada mais, nada menos.
Não pensais que falo de Carpe Diem, não pensais que reproduzo Ricardo Reis, não. Introduzo um neo-conceito (se é que ainda há algo que possamos inventar...), isto de sermos o momento não significa que temos de colher o dia, significa apenas que aquilo que somos se resume ao momento presente, momento esse que nunca conseguiremos compreender e muito menos capturar (sim, há as fotografias!). Quanto a essa de colher o momento alguém m'o ensine a fazê-lo...
Podia continuar e explanar tudo o que penso sobre este assunto, mas não o farei. Prefiro ir ouvir a "Sail Away" dos Madrugada, ou "My Body Is A Cage" dos Arcade Fire. E assim me comprazo, retiro glória de minha anulação.
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título póstumo / carpe diem ?
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NOVIDADE?
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I just want to sail away
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teorias
(ver desd'os 2min16seg aos 2min35seg)
... da música que muitos conhecem, ...
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dedicado aos católicos não-praticantes
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esboço no fio da ... pena
A vida é ridícula pois a morte a torna inútil. Como podem eles afirmar invariavelmente que a vida é bela, quando o belo dá lugar ao bem, e a vida humana apenas dá lugar ao vazio? Ou quando o seu grande objectivo, que é conquista da felicidade individual ou colectiva (coisa, por sua vez, demasiado volátil e abstracta para ultrapassar a barreira da invenção humana irreal), é tudo quanto precisamos e que o dineheiro a pode comprar?
Pois que a felicidade seja impossível, que seja o termo do conceito inexistente no mundo real. Jamais será a razão soberana e provocadora da incompreensibilidade com que a vida é vista, ou a frivolidade crescente com que é vivida…
Tal como todo o verdadeiro amor é um amor impossível, e da mesma forma que a acutilante saudade é um dos mais generosos sentimentos que se pode transpirar, também a vida definha na sua paradoxalidade (é... por esta não esperavam vós).
Que melhor sentido pode ter uma vida, do que aquela que é guiada por um sonho dos outros com nós próprios? Qual poderá ser a melhor vida que essa mesmo? Aquela que é vivida na pura mentira de que o futuro existe, e de que o podemos criar para nós mesmos em conformidade com a ética do agir, pensar e ser.
É possível viver a vida gratamente. Mas tornar-se-á mais gratificante caso não se carregue a consciência de que o propósito desta, o bem supremo (chamo-lhe isto por preguiça e ignorância), filho da ética e das belas-artes, não pode ser simplesmente compreendido ou tão pouco alcançado, apenas fingido. Ainda para mais quando estamos a viver a única oportunidade que o temos de fazer.
A verdade é acutilante e áspera, todavia, a mentira, apesar de espinhosa, é benévola…
Incitando a descida que a Sorte nos obriga, apelo à compreensão de que todos nós vivemos a única oportunidade de o fazer, e que as cidades não passam de pedras de calçada onde florescem as rosas de Adónis. Rosas essas que mesmo quando rosas se recusam a ser, efémeras a ser continuam.
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paixão
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simples

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þök að fjúka!
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ninja
Be aware inferior nations. I deal with you during an interview!!!
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lixo cibernético
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de golada
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Epifania precisa-se
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Gripe Suina?

*http://carneprofana.blogspot.com/2009/04/pensativo.html
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Fatum
Nessa recta circular que vida chamam,
Inspiro a curtos fôlegos sua essência
Que as Parcas tramam
Em sua malevolência.
O Futuro que não temos e não existe
Cria em nós esta falsa esperança
De ter em riste
A letícia branda.
Oh! Fado desmesurado do destino,
Natural e imparável, que consciente
Do vigor perdido
Escorre tão fluente.
No medo do certo purgante pranto,
Sereno e tranquilo intento ser,
Tal Orfeu canto
No ardor de viver.
Tranquilo, incitam a largos passos
O coração que não sei controlar,
Nos douze escassos
Incapazes d’estirar.
Em [des]ânimo entoo a débil sorte
Da cenologia autêntica e certa
Da vida em morte
Que Cronos veta.
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desvarios ++
O tudo do nada que sei
Preferia não saber.
Impelido a interromper o curso das águas irei
Em meu contínuo, errado e dissoluto viver.
A luta que vi sempre necessária,
Essa do prazer absoluto que é nada,
Compreendi ser pária
Pela Tisífone farta.
Ao Lethe remoto
Não irão parar
As esperanças desejadas que corto
Antes de Átropos as retalhar.
Aparelhando assim a vida
Para a morte
Intento estancar a ferida
Que é a Sorte.
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FATUM
Cada um cumpre o destino que lhe cumpre,
E deseja o destino que deseja;
Nem cumpre o que deseja,
Nem deseja o que cumpre.
Como as pedras na orla dos canteiros
O Fado nos dispõe, e ali ficamos;
Que a Sorte nos fez postos
Onde houvemos de sê-lo.
Não tenhamos melhor conhecimento
Do que nos coube que de que nos coube.
Cumpramos o que somos.
Nada mais nos é dado.
Ricardo Reis, in "Odes"
(Heterónimo de Fernando Pessoa)
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despiste [1]
Broxante - oficial de pintor encarregado de preparar as tintas e dar as pituras de menor responsabilidade
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é complicado...
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Trainspotting
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Enfim...
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pensamento das 23:53
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EIS O GRITO DA MADEIRA

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bad day
E, posto todos os antecedentes, vós pensais que foi o vosso dia correu mal....
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